terça-feira, maio 27, 2008

Super herois reais ou é apenas ficção?


Esta pergunta tem que se fazer pelo facto desta semana ter estreado o ultimo filme de Indiana Jones.
Personagens como Indy, Batman, Super-Homem, o Quarteto Fantástico e o Homem-Aranha, só para falar dos mais conhecidos têm um aspecto em comum: a prossecuçao do bem comum e a protecção dos mais fracos.
Numa sociedade com mais violência, mais pobreza e onde o crime está mais à vista, estes super heróis bem que podiam ser reais. Para restabelecer a ordem social, ajudar aqueles que têm menos defesas.
Uma luta do Bem contra o Mal.
Estes super-herois são criados numa lógica de que o Bem vence sempre o Mal, e com isso querer educar a sociedade. Para que esta actue sempre dentro da legalidade e igualdade.
Por isso é que nunca são derrotados e são desejados pela "população mundial", como que esperando que resolvam os seus problemas.
Será que isso era possivel?
Na realidade, homens como Batman, Indy, Super-Homem cabiam dentro da nossa sociedade?Faziam sentido? Ou tudo não passa de pura ficção? Não andarão aí escondidos em parte alguma?

11 comentários:

Paulo Colaço disse...

Se há super herois?
Claro.
Tenho um lá em casa.
É o Colaço mais velho.
Não é ficção: é o meu pai.

luis melo disse...

Penso que na ficção, todos gostamos deles e concordamos com o que fazem. Mas na realidade... isso já é diferente.

Todos nos devemos preocupar com a SOLIDARIEDADE. Ajudar os pobres e os fracos. Mas não devemos fazê-lo por CARIDADE.

Nos filmes dos super-heróis, parece que é sempre isso que se passa. Um pouco de CARIDADE para com os pobres e os fracos.

A SOLIDARIEDADE deveria ser feita com o objectivo de permitir, aos mais pobres e fracos, atingir objectivos POR SI.

luis melo disse...

Explicado o meu ponto de vista, permitam-me concordar agora com o Paulo Colaço. Ele sim tem razão.

O meu pai é um verdadeiro super-herói, porque nunca fez nada por mim. Simplesmente deu-me condições para ser eu próprio a fazer. E aqui é que reside o valor....

Luís Nogueira disse...

Acho que em cada um de nós existe um Batman, um Indy ou um Super-Homem, que se manifesta sempre que fazemos algo de bom para a comunidade que nos rodeia.
.
Poderiamos sempre pegar numa personagem destas e fazer uma boa campanha publicitária. "Liberta o Spider-man que há em ti e ajuda-nos a construir uma teia contra a exclusão social". lol

Paulo Colaço disse...

E, por falar em herois, hoje faz anos um dos herois do Psico: o Tiago!

Não sei se em Bruxelas te cantaram os parabéns, mas hoje bebo um copo por ti, meu querido amigo!

Eu não sou o "teu" César das Neves nem te conheço há tanto tempo como o Miguel Relvas conhece o Carlos Coelho, mas desejo-te felicidades!

Não muitas nem poucas, apenas aquelas que tu mereces, o que já vai ser bem dificil de arranjar!

:)

E, já agora, tens dado bom uso ao chá de Ceilão que eu te dei?

Cidália disse...

Faz anos sim senhor!
Lembro-me bem daquela 4ª feira e do momento em que finalmente ía, pela primeira vez, ver o meu filho.
Em Moçambique, onde nasceu, não se faziam ecografias, não sabia se era menino ou menina e o momento do nascimento era mesmo o nosso primeiro encontro.
Curiosamente estava em cena uma peça de teatro com a Maria do Céu Guerra, que eu ainda tive tempo de ver e que se chamava:" È menino ou menina?".
O primeiro encontro com o meu filho foi um momento mágico, cheio de emoção, sentimentos...incrível e indiscritível. A intensidade desse momento perdura estes anos todos e há-de perdurar.
Tiago, continua a ser um bom menino, motivo do meu orgulho, mas se alguma coisa correr mal o mundo não acaba nesse momento. Não vistas a capa do super herói. Não estás só.
Mais uma vez Parabéns!
O presente? Bem, o presente dei-to antecipadamente e pessoalmente em Bruxelas.
Abreijos....

Cidália disse...

Os super heróis? Gosto deles na ficção, na banda desenhada (já agora a minha super heroína é a Mafalda do Quino), mas na realidade procuro não criar super heróis.
Penso que é passar muita responsabilidade para alguém que colocamos acima do comum dos mortais. É isolar, é tirar-lhes o direito de errar, de fraquejar, de terem dúvidas, de chorarem, é despi-los de humanidade...

Paulo Colaço disse...

Hummm, a Cidália foi a Bruxelas e não avisou a psico-malta?
Não posso crer!

(eu não teria podido ir por causa dos trabalhos mas fica sempre bem fazer de virgem ofendida ehehe)

Ricardo Andrade disse...

Quanto a super heróis posso dizer que os há...TENHO A CERTEZA!
E posso dizer que são muitos. Talvez não sejam tão poeticamente e politicamente correctos como aqueles que nos habituámos a ver em B.D. ou no cinema. Mas existem e tal como os outros de que falei também eles têm fraquezas e também eles têm arqui-inimigos. Ou não é um facto de que não há um super-herói sem um arqui-inimigo.
Para terminar posso dizer-vos que todos nós somos heróis para alguém...na parte que me toca tenho vários heróis e duas heroinas de palmo e meio... as minhas sobrinhas!

Cidália disse...

Paulo Colaço,
Eu sabia que era vontade de alguns irem a Bruxelas em Maio, mas as alterações dentro do PSD, impediu de o fazerem, por isso não avisei.
Mas não me esqueci da psico-malta. As trufas de chocolate são fantásticas, ando a tentar descobrir como vos posso fazer chegar uma caixinha.

Margarida Balseiro Lopes disse...

O meu herói também sempre morou lá em casa. Era vê-lo chegar, todos os dias, com mais uma denúncia de corrupção no jornal da terra que o via ganhar a capa do batman, a espada do Zorro e as teias do Homem-aranha.

Heróis ainda existem. E aqui no Psico, também tenho vários. ;)