terça-feira, março 11, 2008

wrrroonca chunca... wrrooonnca chunca...



10 mil militantes têm quotas em atraso à média de 10€ cada.

Um individuo quer apresentar a sua candidatura à liderança e com um amigo investidor com dinheiros "por justificar" decide pagar as quotas dos 10 mil militantes. Estão pagos 100.000€ de quotas.

De seguida o candidato vence. Vende a sede do Partido e compra ao mesmo investidor um apartamento em Lisboa avaliado em 100.000€ por 200.000€. O dinheiro regressa à base limpinho...

Esta é só uma demonstração pois julgo que o Dr. Ângelo Correia ontem não esteve bem. Ele sabe que isto é possível.

30 comentários:

Tiago Sousa Dias disse...

Existem várias etapas no branqueamento de capitais que me dispenso a apresentar, mas ao contrário do que se possa pensar é tão (ou se calhar até mais) fácil branquear capitais com baixos valores como com valores elevados. Aliás, a expressão "lavagem de dinheiro" surge das lavandarias das mafias americanas cujos frequentadores eram quase exclusivamente membros das familias... as mesmas que detinham a propriedade das máquinas!!!
Hoje em dia os Bancos têm o dever de solicitar ao cliente uma declaração de proveniência de fundos sempre que for feito um depósito superior a 12.500€ e bem assim quando, por valores inferiores a este, se verificar repetição sistemática do mesmo valor ou até imaginem se em momento próximo for forem feitos depósitos do mesmo valor em quantidades estranhas (imaginem o caso de 100 clientes depositarem durante 5 dias seguidos 575€ cada...

Nélson Faria disse...

Estes regulamentos são um grande passo atrás na evolução do Partido.

Sou a favor da estabilidade dos cadernos, da justiça no acto eleitoral. Os militantes devem pagar as suas quotas quando recebem o aviso em casa, é das poucas obrigações materiais que têm, é o mínimo que se lhe pede.

Não podemos compactuar com vícios do passado e com situações menos claras.

P.S. Mas recai sobre as CPN's especial responsabilidade: nas últimas directas foram requisitadas vinte e sete 2ªvias para pagamento de quotas e apenas 3 foram enviadas. No último dia tive de levar as pessoas à sede nacional para poderem votar.

Filipe de Arede Nunes disse...

Tenho uma posição confusa sobre este assunto...
Em primeiro lugar concordo, genericamente, com o Nelson. Acho que estes regulamentos são, efectivamente, um passo atrás para o PSD, mas apenas e só porque agrava uma situação que já acontecia antes.
Centenas senão mesmo milhares de quotas foram pagas por pessoas ligas, certamente a ambas as candidaturas. Votos foram comprados por "investidores", certamente com o intuido que obterem dessa forma uma vantagem ou mais valia. Digo isto, com absoluta consciência da gravidade das afirmações - porque as acho graves - mas também com provas irrefutáveis do que digo!
Assim sendo, com estes regulamentos, acho que tudo irá ainda piorar mais. Cada vez tenho menos vontade de estar ligado aos partidos, cada vez tenho menos orgulho de ser militante o PSD. Imagino que como eu, existam muitas centenas de militantes na mesma situação.
Cumprimentos,
Filipe de Arede Nunes

João disse...

O que se não pode calar com boa consciência, ainda que seja com repugnância, é força que se diga
Padre António Vieira

Hoje os partidos vivem da corrupção do passado e do futuro

Vermouth disse...

Onde é que posso ver/ler essa intervenção do Dr. Ângelo Correia?

TSD disse...

www.sic.pt em vídeos.

Margarida Balseiro Lopes disse...

Grave. Absurdo. Desonesto.

Concordarei com qualquer um destes adjectivos para avaliar o novo sistema de pagamentos de quotas.

Mas, a moção de estratégia global de Menezes, aprovada em Torres Vedras dizia:

"O regulamento financeiro nacional será revisto, concedendo mais autonomia, e consequente responsabilidade, às distritais, secções e núcleos do partido, em ordem a assegurar, nomeadamente, que as primeiras passam a deter condições para assessorar, do ponto de vista técnico, as demais, desconcentrando competências e recursos humanos até hoje exclusivamente adstritos à sede nacional."

Por muito que nos choque, Menezes já tinha antecipado a questão na campanha para as directas e na moção que levou a congresso e que foi sufragada pela maioria dos congressistas. Acho que é a primeira vez que censuram Menezes por ser coerente.

jfd disse...

Atenção a este último parágrafo da Balseiro Lopes.

Embora ninguém seja dono da indignação, penso que quem esteve com Menezes, e na sabendo o que fazia, não deverá agora vir a público fazer um exercício do género.
Que se assumam caso tenham sido enganados, ou então deixem o líder trabalhar!

Tiago Sousa Dias disse...

É bem verdade o que dizes Margarida e nem vou sequer usar o argumento (apesar de também ele verdadeiro) de que nenhum congressista leu a Moção que aprovou pois isso é responsabilidade de cada um com o poder/direito de voto.
Mas a verdade, também, é que não passaria a ser moralmente, éticamente e outrosmentesquetal aceitável a instalação de uma ditadura dentro do partido se isso estivesse previsto na moção.
Ninguém acusou o Presidente do Partido de incoerência. Eu pelo menos acho que ele é coerente neste aspecto. Não concordo, mas é coerente.
Mas o que é facto é que o grande tema de debate do PSD desde a campanha para a liderança do partido são as quotas; isto vai dar mais polémica nas próximas eleições (já para não falar em todas as que decorram até ao próximo congresso ao nível das concelhias e distritais) e vamos andar nisto.
Acho que é uma medida perigosa do ponto de vista da licitude; disso ninguém dúvida. Basta responder à seguinte pergunta: o modelo implementado dá mais seguranças? Nisto todos responderão que não. Depois divergiremos na medida em que uns dirão que traz mais insegurança e outros dizem que é igual. Mas não há qualquer utilidade positiva nesta medida.
Além das questões de licitude que podemos colocar de parte, a verdade é que vai aumentar o cacique. Não digo de Menezes porque esse estará bem longe, inteligentemente, das questões locais das concelhias e núcleos; mas certamente que muitos se apoderarão deste mecanismo para fazer valer o poder do cacique. Disso não tenho dúvidas também. E dúvido que alguém tenha. Será tão útil poder pagar as quotas à boca da urna...
Eu aliás defendo o modelo exactamente oposto.
Acho que pagar as quotas é um dever de todos os militantes e a verdade é que estamos perante um dever cujo cumprimento não tem qualquer sanção senão a limitação do direito de voto plenário e mesmo esse com a excepção do conselho nacional... Já pensaram nisso? Os membros do conselho nacional podem não ter direito de voto para escolher o líder do seu núcleo, concelhia, distrital ou mesmo para eleger o Presidente do Partido... Mas podem por censura em conselho nacional afastar o Presidente fazendo cair a Comissão Politica Nacional. Incrível não é?
Mas dizia eu, a única limitação por não se pagar as quotas é não se poder votar. Eu pago para votar portanto. Posso-me inscrever no PSD sem pagar; discursar sem pagar; trabalhar fazer tudo sem pagar... eleger e ser eleito é que só posso se pagar. É, portanto, a instrumentalização da quota.
Por isso acho que no dia em que sai em Povo Livre a convocatória para qualquer reunião plenária quem tiver as quotas pagas pode participar quem não tiver não pode. Entenda-se por reunião plenária aquilo que os estatutos dizem que é: qualquer acto de assembleia desde o plenário de núcleo, à reunião do Conselho Nacional, até às assembleias distritais e bem assim ao direito de voto nos plenários eleitorais para qualquer orgão do Partido.
Talvez pensem "esta perspectiva limita o direito de voto a quem não tenha no momento da publicação da convocatória as quotas em dia". Pois têm toda a razão e seria mesmo isso que eu gostaria de ver no Partido: quem não cumpre não reune e não vota.

Paulo Colaço disse...

Ontem estive a segundos de fazer um post sobre este tema. Travei a mão: era capaz de ter um ataque cardíaco a meio da postagem.

Já cá volto em momento de mais calma (o discernimento é muito importante) mas quero dizer duas coisas:

- Só a morte não tem volta a dar. Tudo o resto remedeia-se. Acredito que a próxima liderança do PSD reporá a nossa credibilidade regulamentar. Seja lá quando isso for.

- Gostava de saber quem foram os membros do Conselho Nacional que votaram a favor destes regulamentos.

Paulo Colaço disse...

Acabo de ler no Público que a Comissão Permanente do PSD chamou Rui Rio a prestar declarações no Conselho de Jurisdição Nacional, depois daquilo a que chamou declaração “absolutamente inaceitável e intolerável” de Rio sobre as alterações aos regulamentos internos do partido.

E estamos apenas o início...

A sorte é que não há mal que sempre dure.

dalmata disse...

Alguém me mandou uma mensagem a explicar o que significava PSD (Partido Sem Democracia).

O Eng.º Ângelo Correia, ultimamente não anda bem em muita coisa. Aliás a sua prestação no último Conselho Nacional foi vergonhosa, por isso Tiago, não me espanta que assobie para o lado relativamente a estas questões.

A sua estratégia é simples, ajudou a colocar o LFM na CPN e quando este não servir, porque até nem morre de amores por ele, atira-nos com o Pedro Passos Coelho.

Mas voltando ao Sr. Eng.º, no último CN não se coibiu de comentar intervenções dos Conselheiros (mas sem o estilo de Marcelo Rebelo de Sousa) de forma arrogante, petulante e mal educada, na esperança de dissuadir eventuais críticas ao líder do PSD.

Só não contou com o meu bom feitio, claro que todos sabem que tenho o melhor feitio do mundo, e quando o percebeu convidou-me a mudar para o BE ou PCP.

Pensei que o Sr. gostava de implicar só comigo mas pelos vistos a CPN está numa de implicar com todos os que discordam.

Ao estado a que chegámos, chamar o Rui Rio ao CJN pelas declarações proferidas!

Contaram-me que o LFM disse que ninguém o tirava da liderança até 2009 nem que fosse à bomba, acho que vai mesmo ter que ser assim...

jfd disse...

É uma altura interessante para revisitar a entrevista do Secretário Geral à Flor Pedroso na Antena 1, onde afirma que o CN foi o palco onde se exprimiu contra a anterior direcção...

E que tal argumentar " O que seria do senhor Secretário Geral, no contexto actual????"

Estou triste :(

dalmata disse...

Esqueci-me de te dizer, Paulo Colaço, que te posso dizer quem votou a favor. Eu votei contra mas já sabes, a votação era de braço no ar e muitos senhores com idade para serem meus Pais, na hora da verdade foram mais meninas que eu!

Diogo Agostinho disse...

A questão dos regulamentos e a sua discussão pública só merecem um comentário:

"E Portugal??"

Existe Portugal? Existem problemas? Acho incrivel esta discussão, no dia de uma Manifestação em que nós deveríamos estar a capitalizar o descontentamento dos Professores!

A classe dos Professores como disse e muito bem o Bisco D. José Policarpo é mais importante que políticos, financeiros e afins!

Parece-me claro que os regulamentos são importantes para o bom funcionamento dos Partidos, parece-me claro que estes regulamentos não foram discutidos, e contém algum retrocesso para o partido! Mas esta discussão agora???'

Para quê?E ideias? E Portugal?

Paulo Colaço disse...

Estou contigo, caro Diogo: numa altura em que devíamos estar a pensar Portugal, o país está em convulsão, não achas estranho o momento escolhido para mudar regulamentos? ainda por cima são regulamentos que mexem com o poder interno...

Eu também acho MUITO estranho. Estou como tu: e que tal Portugal?

Paulo Colaço disse...

Dálmata, sabes qual é o problema? É esta a CPN que vai escolher candidatos a Câmaras e ao Parlamento. E Deputados Europeus.

Era bom que houvesse um registo público das votações de braço no ar. Assim, os companheiros que andam nos Congressos a pedir votos teriam um "autocolante" com a posições que nos dois anos anteriores tomaram no Conselho Nacional...

dalmata disse...

Diogo, ao contrário dos demais Conselheiros, fui fazer uma intervenção sobre o Estado da Saúde em Portugal, pedindo ao LFM que intervisse nesta matéria em vez de dizer que a resolve privatizando. (posso dizer-te que foi a única sobre algum tema específico que afecta a vida dos Portugueses).

Gostava que tivesses ouvido a intervenção do Eng.º Ângelo Correia sobre ela (na qualidade de Presidente da Mesa, o que é extraordinário). Só faltou excomungar-me. Por isso concluo que esta CPN e demais órgãos não estão interessados em discutir Portugal, nem em ouvir a opinião do CN sobre estas matérias.

É pena, eu continuarei a falar do que interessa às pessoas e às suas vidas quotidiana. Não discuti Regulamentos, não valia a pena, fiz o que podia fazer e que outros não fizeram, votei contra. Para isso não é preciso falar.

Tens toda a razão.

Tiago Sousa Dias disse...

Eu não acho mal discutir-se desde que se faça no local certo e com respeito pela opinião diversa da nossa.
A entrevista de Ribau Esteves ontem à SIC foi um exemplo do que não se deve fazer. Começando por dizer que aceitava de bom grado as opiniões contrárias de todos os militantes que a manifestassem, a dada altura já tinha dito que ao PSD não fazem falta, Marcelo, Pacheco Pereira, Capucho, Rui Rio e todos os que andam a dizer mal da CPN. Não fazem falta???
Toda gente faz falta mas dizer isso destes militantes é sobranceria ou autoritarismo. Acho que Ribau Esteves não é uma coisa nem outra, mas lá teve que fazer o papel que se lhe pediu...
Estamos muito mal...

EM disse...

A minha dúvida e provavelmente de outros quantos milhares por aí é:

Ainda vale a pena continuar a militar no PSD?

Um colega meu já entregou o cartão e escreveu uma cartinha lá para a Direcção para que tomassem conhecimento de que lhe tinham pago as quotas antes das directas. Ele nem queria votar mas pagaram-lhe na mesma. Como é que isto é possível, eih?

Na actual situação, não recomendo a ninguém que entre no partido. E por conseguinte, com Menezes à frente nem vou votar no PSD nas próximas eleições. Não contam com o meu voto nem com a desculpa de votar para eleger os deputados do círculo distrital, que já me bastou uma vez com Santana Lopes.

E se isso é considerada falta grave, metam-me um processo disciplinar, não me admirava nada com o que se têm passado ultimamente.

Militante nº 28370

Tiago Sousa Dias disse...

Caro (a) EM,

Há mais marés que marinheiros

Paulo Colaço disse...

Ser líder do PSD não é o mesmo que ser presidente de uma distrital, secção ou Câmara.

A liderança do PSD, sobretudo em oposição, é o lugar mais difícil da política portuguesa.

Ser líder do PSD em oposição é ter de lidar com uma imprensa maioritariamente adversa, suportar os ataques de opositores internos e aturar as restantes oposições que estão sempre a medir forças querendo ser “os lideres de oposição”.

No meio de tudo isto, há um combate com o Governo que pressupõe luta de ideias, estudar dossiers, orientar uma equipa, avançar com propostas, ter boa imagem junto das pessoas, aprumar-se na voz, no timbre, nas técnicas de marketing pessoal.

Para além do mais, administrar a máquina interna também não é fácil.

Para tudo isto resultar, o líder deve ser (mais uma exigência) um bom gestor da sua estrutura emocional.

É complicado. Porém, embora duro, nada é surpresa para quem anda nisto há anos. De quem anda nisto há anos, espera-se um rumo definido, uma táctica, uma técnica.

É normal que peça serenidade. Deseja-se que a tenha. Não pode é querer consegui-la chamando militantes à barra da Jurisdição ou mudando regras que a seriedade esculpiu na orgânica do partido.

Eu tenho a consciência tranquila. Por dois motivos: alertei em tempo certo e tive a oportunidade de dizer ao próprio quais os perigos da sua liderança. Foi num Conselho Nacional da JSD, o primeiro da era Dani. Foi olhos nos olhos. Dos Psicóticos estavam lá o Bruno e o Tiago. Lembram-se?

Nélson Faria disse...

Compreendo o sentimento de desilusão de muitos de nós. Mas algo que aprendemos na vida é que as pessoas passam e as instituições ficam.

Faço, como sempre farei, reparos às lideranças mas acredito principalmente na instituição para emendar o que de mal se passa.

O Partido precisa de nós e nós devemos marcar presença sendo fiéis à nossa consciência: falando, criticando se necessário, e não compactuar com arranjos que nada de bom trazem à situação do partido.

Principalmente, não devemos desistir nem quedar mudos.

Tito disse...

Eu nunca tive grande opinião sobre este blog que sempre me pareceu muito fraquinho.
Depois de ler os comentários do paulo colaço a este post fiquei se m duvidas.
sao mesmo fracos.
E o Colaço se tem nascido mais cedo dava um PIDE de categoria.
Qual Rosa Casaco,qual Silva Pais,qual Barbieri Cardoso.
O Colaço é que era !
Mente de Pide,espirito de intriga,enfim um verdadeiro cromo.
E,convém não esquecer,o "chega-me isto" solicito venerador e obrigado do grande educador dos miudos laranja o grande carlos coelho.o tal que faz da politica profissao por nao saber fazer mais nada.

jfd disse...

http://tsf.sapo.pt/online/portugal/interior.asp?id_artigo=TSF189538

O presidente do PSD anunciou, este sábado, que no próximo congresso partidário, que deverá realizar-se em 2009, irá propor a abolição do pagamento das quotas, que passariam a donativos facultativos.

«No próximo congresso partidário irei propor a abolição do pagamento de quotas e a passagem da quota a um donativo facultativo», disse Luís Filipe Menezes, que discursava em Santa Maria da Feira, num encontro com presidentes de junta de freguesia do PSD.

Para o líder social-democrata, «a ligação com o partido aos seus militantes não pode depender, nomeadamente quando já vivemos à custa de uma dádiva muito significativa do Orçamento de Estado, de uma lógica mercantilista de pagar cinco, seis ou sete euros por ano».

Menezes manifestou-se confiante de que «a generosidade dos militantes» pode garantir o funcionamento das secções e distritais do partido.

A alteração dos regulamentos do PSD, aprovada por larga maioria em Conselho Nacional, abriu uma crise no partido, com os críticos da direcção de Menezes a contestarem as novas regras.

Entretanto, ouvido pela TSF, o presidente da Câmara de Cascais mostrou-se em «completo desacordo» com a proposta, considerando que «esta nova modalidade de não pagar quotas abre complemente as portas» ao «caciquismo».

«Cada um vai passar o tempo a angariar falsos apoiantes, para virem votar nas alturas chave», acrescentou António Capucho, frisando que, como em qualquer colectividade, «o mínimo é que os militantes dos partido contribuam minimamente para as despesas do partido».

Tiago Sousa Dias disse...

Caro Josip Tito. Antes de mais seja bem vindo a este blog ditatorial. Muito nos apraz todo o tipo de comentários e quanto maior a diversidade melhor...

Relativamente ao meu amigo Paulo Colaço concordo consigo: é um ditador. Veja bem que no penúltimo psico congresso até sugeriu a ideia de os psicóticos pagarem uma quota anual que até pode ser paga em dinheiro e nós fomos na conversa...
Ao menos no PSD ninguém pagará quotas, vamos ter 100 mil votos em cada "Directas" viva a democracique!
Mais uma vez:

Seja bem vindo e VOTE sempre.

jfd disse...

The More the Merrier ;)

Paulo Colaço disse...

“Mente de Pide, espírito de intriga, enfim um verdadeiro cromo.”
Ena, nunca pensei que alguém me conhecesse tão bem!
Caro Tito, quando arranjar coragem diga lá o seu nome: pode ser que ganhe uma comenda da Ordem da Liberdade.

E, já agora, queira informar o Sapo da “fraqueza” do Psicolaranja. Pode ser que eles abram os olhos e nos retirem o convite para ingressarmos na sua plataforma.

Bruno disse...

Apesar de chegar tarde, deixo também a minha opinião: esta ideia de se pagar as quotas neste formato é fantástica. Quantas vezes não terá acontecido a alguns candidatos, pagarem quaotas a militantes que depois se baldavam à votação?

Ora assim é um espectáculo: só os que se deslocarem à sede é que têm direito a receber a notita à porta para depois a entregarem ao Presidente de Mesa que, provavelmente vai ter que começar a contar com mais um elemento na sua equipa: o caixa!

Para além do que diz o Né: mas porque raio é que é assim tão complicado pagar a quota quando chega a altura? Se não pagarmos a luz, a água ou o gás, o fornecimento é cortado. No PSD admitimos que a quota é uma mera obrigação e que ninguém a paga no sentido de contribuir para o Partido mas sim por ser obrigado...

Margarida Balseiro Lopes disse...

"Com o coro de críticas dos ‘notáveis’ aos regulamentos internos aprovados no Conselho Nacional de sábado passado, a direcção de Luís Filipe Menezes decidiu avançar com uma solução mais restritiva para o pagamento de quotas em dinheiro – o principal pomo da discórdia – logo no início da semana, mas só ontem ficou tudo acertado.

Ribau Esteves esteve reunido à tarde com o Conselho de Jurisdição do partido para acertar os textos finais dos regulamentos e preparar o referido despacho que irá «regulamentar toda a circulação de dinheiro no partido e garantir a individualidade do pagamento das quotas em numerário», nas suas palavras.

Ao que o SOL apurou, o ponto de partida para este despacho era a ideia de que o pagamento em dinheiro deverá constituir uma espécie de «última oportunidade» para permitir que os militantes que, no acto eleitoral, não tendo as quotas em dia, nem tendo consigo cartão de multibanco ou cheque, possam pagar as quotas e votar. O pagamento em numerário assumirá, assim, um carácter excepcional.

Para garantir a individualidade, o militante (devidamente identificado), bem como o tesoureiro que recebe o valor, assinarão um documento que integra a acta financeira. O montante recebido será enviado para a sede nacional, na S. Caetano à Lapa, por vale postal, acompanhado das actas financeira e eleitoral. ~

Já na terça-feira, num encontro com os jornalistas, Ribau Esteves sublinhara que a direcção social-democrata iria incentivar o pagamento por débito em conta e que o pagamento em numerário seria apenas «um meio complementar»."

in SOL