terça-feira, dezembro 04, 2007

Habemus Pactum!

O PSD pretendia um empréstimo de 300 milhões de euros. O PS apostava nos 500 milhões. Chegaram a acordo por 400 milhões.
A minha pergunta é: será esta a solução para a CML?

21 comentários:

Francisco Castelo Branco disse...

Pelo menos não se criou (mais) um vazio politico.
O que era mau para a Câmara.
Espero que "ameaças" como as que foram feitas não se repitam.....
A bem da Capital.......

Rita disse...

Pelo menos atenuará os ânimos, mas penso que o fosso continuará...

Bruno disse...

Parece que a proposta que permitiu o consenso foi apresentada pelo Presidente da Junta de Freguesia de Benfica. É caso para dizer que hoje o Glorioso esteve em alta ;)

Mais a sério, penso que se António Costa recuou, é porque havia espaço para ter apresentado uma proposta mais "consensual" logo de início.

Filipe de Arede Nunes disse...

Pobres coitados!
E atenção, porque estou a falar do PSD Lisboa!
Cumprimentos,
Filipe de Arede Nunes

Margarida Balseiro Lopes disse...

Como eu percebo o teu desabafo Filipe...

Anónimo disse...

Deixem ver se percebo: um elemento do PSD faz a proposta, o PS aceita a proposta e depois o PSD (pai da proposta) abstém-se?

Tiago Sousa Dias disse...

Bom eu tinha colocado este post, mas em todo caso a CONVERSA DA TRETA VERIFICOU-SE e o PSD viabilizou. Que surpresa...

Tiago R Cardoso disse...

Parecia que estavam a discutir o preço do peixe no mercado.

big mamma disse...

Pois, parece um número de circo.
O Palhaço Pobre ameaça o status do Palhaço Rico. Este afirma que não precisa do dinheiro para nada.
Nisto, o Domador de Leões apresenta uma proposta e os ursos votam a favor, com a abstenção das bailarinas.
(Estas não aparecem no circo, mas a ética também existe em pouco lado, apesar de todos a terem na boca)

Goreti Martins disse...

Acho bem que o valor tenha sido negociado, pelos vistos menos 100 mil também serve para o PS.

Espero que o pagamento das divídas aos fornecedores seja agora uma prioridade.

Filipe de Arede Nunes disse...

Será que neste partido ninguém usa a cabeça para pensar?
Ainda estou espantado com o resultado deste acordo... Perdoe-me!
Cumprimentos,
Filipe de Arede Nunes

Paulo Colaço disse...

Não sejas tao céptico, caro Filipe.
Há muito boa gente no PSD a usar a cabeça para pensar. E grande parte encontra-se na actividade privada...

Filipe de Arede Nunes disse...

Desculpa Colaço.
Tens razão e concordo.
Será que não há ninguém com responsabilidades no actual PSD a usar a cabeça?
Que achas, fica melhor?
Cumprimentos,
Filipe de Arede Nunes

Paulo Colaço disse...

Muito melhor, ;)

Bruno disse...

Eh pá, já vai vir aí o Né dizer que isto parece um santuário de Mendistas ;) ou de anti-Menezistas

Tiago de Melo Cartaxo disse...

É irónico que o pai da nova Lei das Finanças Locais e que tanto a elogiou tenha sido exactamente um Ministro que é agora Presidente da CML e que já defende que Lisboa seja considerada como uma situação especial.

Como sempre o disse, enquanto o PSD governava a CML, o PS não aceitava nem mais um cêntimo para Lisboa, mas se a ganhasse, passaria a ser a primeira força política a reclamar por milhões.

Uma leve sensação de déjà vu...?

António Pessoa disse...

O mais importante é o futuro de Lisboa. Por isso saúdo este acordo.

Paulo Colaço disse...

Ao longo dos anos, a vergonha na cara tem separado o PSD do PS.
Nós, caro Tiago, temo-la, o PS não.
Obrigado pela tua nota sobre a mudança de opinião de António Costa.

Bruno disse...

Pois Colaço. Nisso já sabíamos que concordamos! O problema é que os portugueses parecem não dar muita importância a essa caractaerística: a vergonha na cara...

Nélson Faria disse...

Concordo com o Tiago Cartaxo.

Mais nada a dizer. Nem vejo o problema na actuação do PSD - Lisboa.

José Pedro Salgado disse...

Isto de se dizer que não se recua nem um milímetro é giro para os filmes do Rambo em que ele anda de peito aberto ás balas só com uma faca do mato na mão e entre os trezentos que estão contra ele, armados até aos dentes, não há nenhum com pontaria para acertar num gajo daquele tamanho.

Agora, no mundo real há que negociar, que ser flexível.

Aliás, lembremo-nos de um dos principais defeitos apontados ao nosso Primeiro: a sua cegueira inflexível para soluções que não passem pelas suas.