sábado, março 31, 2007
Ser ou não ser engenheiro - eis a questão.
Uma psicose de Inês Rocheta Cassiano às 1:12 p.m. 12 psicomentários
quarta-feira, março 28, 2007
Slow Down
Advoga a preservação da cultura gastronómica dos países na sua forma mais tradicional e natural possível, opondo-se assim, como o próprio nome indica, à proliferação da fast-food.
A filosofia que preside a este movimento é relativamente simples: todo o ser humano tem o direito fundamental e inalienável de saborear a sua comida e portanto o dever de proteger a herança, cultura e tradição gastronómica que permite esse prazer.
Mas não termina por aqui.
E para quem pensar que esta cambada de malucos não vai longe, espante-se: já foram!
Actualmente existem diversos movimentos "irmãos" que aplicam a mesma filosofia de Direito Inalienável de parar-para-cheirar-as-rosas a outros campos, constituindo o chamado Slow Movement.
De facto, actualmente já existem também: o Slow Travel, o Slow Cities, o Slow Schools, o Slow Books, o Slow Living e até o Slow Money. Todos defendendo que, nas mais diversas circunstâncias da vida, devemos desfrutar de tudo o que fazemos, sem pressa.
Finalmente, há que dizer que os adeptos do Slow não advogam a inacção.
Sinceramente, passamos a vida a correr. Mas a correr contra quem? Será que a vida não é uma meta em si mesma?
Uma psicose de José Pedro Salgado às 11:07 p.m. 6 psicomentários
segunda-feira, março 26, 2007
E o melhor português de sempre é...
Terá este resultado alguma relação com o tema levantado pelo Colaço no último post?
Uma psicose de Margarida Balseiro Lopes às 2:33 a.m. 28 psicomentários
domingo, março 25, 2007
Democracia?
Eu não sou monárquico, não me apetece ver um Rei a mandar nisto, não sou candidato a Rei (embora tenha a minha Rainha), mas pergunto aos Psicóticos e restantes amigos deste espaço:
- Mas então temos medo de quê? Que um dia o Povo acorde e queira algo de diferente? Que em vez da tão falada 4ª República, a malta lute por uma 2ª Monarquia?
Um regime democrata é aquele que não tem medo de se colocar em causa. Nós, aparentemente, não somos democratas…
Uma psicose de Paulo Colaço às 3:29 a.m. 9 psicomentários
sábado, março 24, 2007
Hora Espanhola ?
Será que os empresários portugueses estão correctos quando querem que passamos a hora portuguesa para a hora espanhola para melhorar os contactos entre empresas?
Eu achei ridículo mas gostava de saber a vossa opinião e tentar ver se a minha opinião está ou não errada neste contexto.
Uma psicose de Tânia Martins às 3:30 p.m. 9 psicomentários
segunda-feira, março 19, 2007
O desnorte do CDS
Foram muitos os caprichos de ambas as partes num dia que trará lembranças pelos piores motivos.
Para que conste, a votação foi ganha por Portas.
Uma psicose de Anónimo às 4:55 p.m. 31 psicomentários
sexta-feira, março 16, 2007
Museu ou Mausoléu?!
Uma psicose de Marta Rocha às 2:40 a.m. 20 psicomentários
Pidesco!
Uma psicose de Marta Rocha às 2:27 a.m. 9 psicomentários
quinta-feira, março 15, 2007
Farmácias em Saldo
O preço de venda ao público (PVP) dos novos medicamentos ou aqueles que são susceptíveis de serem actualizados não pode ser superior à “média que resultar da comparação com os preços nos estádios de produção ou importação (PVA) em vigor nos países de referência para o mesmo medicamento”. Relativamente aos genéricos, o PVP tem de ser inferior em 35% do PVP do medicamento de referência (igual dosagem e forma farmacêutica).
Os saldo também irão entrar nos medicamentos cujo preço for menor que 10€. Nestes medicamentos o preço terá de ser 20% mais baixo que o medicamento de referência correspondente.
Segundo dados do Instituto Nacional da Farmácia e do Medicamento (Infarmed) os medicamentos não sujeitos a receita médica (MNSRM) estão mais baratos 1,8% (valor de Fevereiro de 2007), desde que passaram a poder ser vendidos noutros locais que não farmácias. Existem actualmente 381 locais de venda registados que podem comercializar MNSRM, em que Lisboa é o Distrito que apresenta preços mais baixos, seguido de Portalegre, Castelo Branco, Viseu, Setúbal e Leira.
O Infarmed refere ainda que o preço dos medicamentos nestes locais estavam, em Janeiro, mais baratos 1% do que em 2006, tendo as descidas mais acentuadas sido verificadas nas regiões onde anteriormente o preço dos MNSRM era mais elevado (Beja, Évora e Guarda).
Esta medida saiu no mesmo dia em que é sabido que os preços em Portugal aumentaram 2,4% em Fevereiro face a igual mês do ano passado. Relativamente a Janeiro verificou-se um abrandamento de 0,2% no ritmo da inflação. Coincidência ou nem por isso?
Goreti Martins
Uma psicose de PsicoConvidado às 6:36 p.m. 11 psicomentários
Presidência portuguesa da UE
Esta iniciativa terá como moderador o Professor Doutor Fausto de Quadros e vai contar com a presença de oradores dos vários quadrantes políticos, entre os quais, o nosso Magnífico Reitor, o deputado Carlos Coelho.
Com a presidência da UE cada vez mais perto, quais são as prioridades de José Sócrates nesta importante responsabilidade? E as expectativas dos portugueses? Como responderá Portugal a este desafio?
Tanto aqui na blogosfera, como amanhã na conferência, parece-me interessante debater este assunto.
Vamos a isso psicóticos!
Uma psicose de Anónimo às 12:55 p.m. 9 psicomentários
sábado, março 10, 2007
"As casas de prostituição devem ser legalizadas."
Quem o diz é Pereira da Silva, advogado e autor do livro A Roda da Esquina que aborda este tema (entre outros) e cuja parte dos lucros de venda irá financiar um movimento a favor da legalização da prostituição.
Devo lembrar, para os não juristas entre nós, que o que é ilegal não é a prostituição, é o lenocínio. Assim, a actividade de se prostituir é perfeitamente legal, desde que os lucros vão para o prostituinte.
Devo ainda lembrar que, se existem diversas situações em que esta relação de exploração é feita mediante coacção, ameaças e violência, também existem casos de provada colaboração, em que pessoas se associaram com outras com o intuito de constituir uma sociedade de prestação de serviços onde, como em qualquer empresa, cada qual tem a sua tarefa.
Sublinho também que o direito a escolher uma profissão tem previsão constitucional, Artigo 58.º nº2 al. b), tal como o direito à iniciativa privada, Artigo 61.º nº1.
Tendo dito isto, creio que a legalização desta actividade só benficiaria.
Concordo com os argumentos que a legalização da prostituição permitia um controlo sanitário mais apertado da actividade, e permitia uma maior discrição e recato no exercício da profissão.
Isto levaria ao fim da prostituição de rua, por exemplo, e permitiria um maior controlo de diversos problemas de saúde pública bem conhecidos pela falta de condições e marginalização que a profissão sofre.
Será, afinal, esta profissão tão diferente que mereça ser assim tratada pelo legislador?
Uma psicose de José Pedro Salgado às 10:08 p.m. 20 psicomentários
1000 COMENTÁRIOS!!!
Fruto de bons artigos e de opiniões divergentes.
Fruto de gente com ideias muito próprias e coragem q.b. para dar a cara por elas!
Para ilustrar este post, escolhi a imagem dos dois bancos onde alguns dos psicóticos se sentaram a discutir a proposta de Regulamento do I PsicoCongresso, realizado há dias na Marinha Grande!
Uma psicose de Paulo Colaço às 12:53 a.m. 25 psicomentários









